A Apple resgatou no iPhone 18 Pro uma tecnologia que a Samsung apresentou nos celulares há quase uma década e abandonou pouco depois: a abertura variável mecânica da câmera. O recurso apareceu no Galaxy S9, em 2018, e continuou na linha Galaxy S10, mas desapareceu dos smartphones da marca a partir da geração seguinte. A diferença é que a Apple evoluiu a ideia. Enquanto os Galaxy S9 e S10 alternavam entre apenas f/1.5 e f/2.4, o iPhone 18 Pro permite quatro níveis de abertura, entre f/1.8 e f/4, dando ao usuário mais controle sobre a quantidade de luz e a profundidade de campo. 📱 Veja as melhores promoções de hoje no WhatsApp do CT Ofertas O que muda na prática? A abertura determina quanto de luz entra pela lente. Quanto menor o número f, maior é a abertura. Assim, uma configuração como f/1.8 deixa entrar mais luz, sendo útil em ambientes escuros, e tende a produzir maior desfoque do fundo. Ao fechar o diafragma para f/4, menos luz chega ao sensor, mas a profundidade de campo aumenta. Isso significa que uma parcela maior da cena permanece em foco — característica interessante para paisagens, fotografias de grupos e situações nas quais o fotógrafo quer nitidez em diferentes planos. A Samsung já explorava exatamente essa diferença. No Galaxy S9, a abertura f/1.5 favorecia ambientes escuros, enquanto f/2.4 ajudava em cenas muito iluminadas e aumentava a profundidade de campo. Como funcionava no Galaxy S9 e no S10? A Samsung utilizava um diafragma físico com componentes móveis dentro do módulo da câmera. O mecanismo alterava o tamanho da abertura para escolher entre os dois valores disponíveis. A tecnologia continuou no Galaxy S10, mas a fabricante abandonou a solução na geração Galaxy S20. Desde então, a Samsung passou a apostar principalmente em sensores maiores, múltiplas câmeras e fotografia computacional para controlar exposição, ruído, HDR e profundidade. A companhia não divulgou uma razão única para eliminar a abertura variável. Porém, a solução mecânica adiciona custo, complexidade e componentes móveis a um módulo de câmera que precisa ser extremamente compacto. Com a evolução do processamento computacional, parte dos benefícios também passou a ser reproduzida digitalmente. Apple foi além da solução da Samsung No iPhone 18 Pro, a Apple utiliza um mecanismo com seis lâminas controladas por um sistema de rotor para modificar fisicamente a abertura. Em vez de apenas alternar entre dois extremos, o aparelho oferece quatro posições. Isso permite encontrar um equilíbrio mais preciso entre luminosidade e profundidade de campo. A abertura maior favorece luz e desfoque, enquanto o diafragma fechado mantém mais elementos da cena nítidos. A tecnologia é especialmente interessante porque o controle de abertura continua sendo fundamental em câmeras profissionais. Embora sensores de smartphones sejam menores e a fotografia computacional reduza a necessidade desse recurso, alterar fisicamente o diafragma oferece um efeito óptico real que o software nem sempre consegue reproduzir perfeitamente. A Apple não foi pioneira na ideia, mas ressuscitou o conceito da Samsung e o levou além, adicionando mais níveis de controle e combinando o mecanismo óptico com o processamento computacional moderno. {{WHATSAPP_CHANNEL}}

A Apple resgatou no iPhone 18 Pro uma tecnologia que a Samsung apresentou nos celulares h quase uma d cada e abandonou pouco depois: a abertura vari vel mec nica da c mera. O recurso apareceu no Galaxy S9, em 2018, e continuou na linha Galaxy S10, mas desapareceu dos smartphones da marca a partir da gera o seguinte. A diferen a que a Apple evoluiu a ideia. Enquanto os Galaxy S9 e S10 alternavam entre apenas f/1.5 e f/2.4, o iPhone 18 Pro permite quatro n veis de abertura, entre f/1.8 e f/4, dando ao usu rio mais controle sobre a quantidade de luz e a profundidade de campo. 📱 Veja as melhores promo es de hoje no WhatsApp do CT Ofertas O que muda na pr tica? A abertura determina quanto de luz entra pela lente. Quanto menor o n mero f, maior a abertura. Assim, uma configura o como f/1.8 deixa entrar mais luz, sendo til em ambientes escuros, e tende a produzir maior desfoque do fundo. Ao fechar o diafragma para f/4, menos luz chega ao sensor, mas a profundidade de campo aumenta. Isso significa que uma parcela maior da cena permanece em foco — caracter stica interessante para paisagens, fotografias de grupos e situa es nas quais o fot grafo quer nitidez em diferentes planos. A Samsung j explorava exatamente essa diferen a. No Galaxy S9, a abertura f/1.5 favorecia ambientes escuros, enquanto f/2.4 ajudava em cenas muito iluminadas e aumentava a profundidade de campo. Como funcionava no Galaxy S9 e no S10? A Samsung utilizava um diafragma f sico com componentes m veis dentro do m dulo da c mera. O mecanismo alterava o tamanho da abertura para escolher entre os dois valores dispon veis. A tecnologia continuou no Galaxy S10, mas a fabricante abandonou a solu o na gera o Galaxy S20. Desde ent o, a Samsung passou a apostar principalmente em sensores maiores, m ltiplas c meras e fotografia computacional para controlar exposi o, ru do, HDR e profundidade. A companhia n o divulgou uma raz o nica para eliminar a abertura vari vel. Por m, a solu o mec nica adiciona custo, complexidade e componentes m veis a um m dulo de c mera que precisa ser extremamente compacto. Com a evolu o do processamento computacional, parte dos benef cios tamb m passou a ser reproduzida digitalmente. Apple foi al m da solu o da Samsung No iPhone 18 Pro, a Apple utiliza um mecanismo com seis l minas controladas por um sistema de rotor para modificar fisicamente a abertura. Em vez de apenas alternar entre dois extremos, o aparelho oferece quatro posi es. Isso permite encontrar um equil brio mais preciso entre luminosidade e profundidade de campo. A abertura maior favorece luz e desfoque, enquanto o diafragma fechado mant m mais elementos da cena n tidos. A tecnologia especialmente interessante porque o controle de abertura continua sendo fundamental em c meras profissionais. Embora sensores de smartphones sejam menores e a fotografia computacional reduza a necessidade desse recurso, alterar fisicamente o diafragma oferece um efeito ptico real que o software nem sempre consegue reproduzir perfeitamente. A Apple n o foi pioneira na ideia, mas ressuscitou o conceito da Samsung e o levou al m, adicionando mais n veis de controle e combinando o mecanismo ptico com o processamento computacional moderno. {{WHATSAPP_CHANNEL}}