Uma investigação do jornal The New York Times identificou que o X ainda mostra imagens sexuais de menores de idade geradas por inteligência artificial, incluindo criações feitas pelo Grok (assistente de IA integrado à rede social). O Centro Canadense de Proteção às Crianças revelou que o Grok atendeu a pedidos de criações sexualizadas e até com conteúdo explícito de crianças, incluindo pessoas que já tinham sido reconhecidas por autoridades em casos anteriores. A investigação usou um software automatizado para encontrar os posts com base em termos relacionados à prática. Mais de 75 imagens do tipo foram encontradas na rede social no primeiro semestre e as respectivas publicações foram denunciadas para as autoridades locais — o conteúdo foi removido após a denúncia, mas a matéria relata que algumas das imagens acumularam centenas de visualizações na rede. O caso é mais um desdobramento perigoso da criação de deepfakes com o Grok. No começo do ano, uma onda de posts no X usou a ferramenta de IA para criar imagens sensuais de outras pessoas sem consentimento — denúncias como a apontada pelo New York Times indicam que o cenário também envolveu menores de idade. O X aplicou restrições para criar novos deepfakes e enfrentou processos judiciais em diferentes regiões por conta da exposição às vítimas. A empresa até processou um estado dos EUA devido a punições consideradas excessivas pela publicação das imagens. O que diz o X Em nota à reportagem original, a empresa afirmou que tem zero tolerância a material de abuso sexual infantil, incluindo conteúdo gerado por IA. A empresa usa filtros automatizados para bloquear os conteúdos, mas os resultados da investigação indicam que ainda existem brechas e áreas que precisam de maior reforço de segurança. A rede social afirmou que denunciou mais de 780 mil contas para as autoridades no último mês e já informou mais de 1,3 milhão de imagens para o Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas dos EUA, o que resultou em mais de 500 prisões. Por padrão, empresas de tecnologia precisam remover conteúdo abusivo e relatar o caso para o centro nos Estados Unidos. Entenda alguns sinais para identificar um deepfake. {{WHATSAPP_CHANNEL}}

Uma investiga o do jornal The New York Times identificou que o X ainda mostra imagens sexuais de menores de idade geradas por intelig ncia artificial, incluindo cria es feitas pelo Grok (assistente de IA integrado rede social). O Centro Canadense de Prote o s Crian as revelou que o Grok atendeu a pedidos de cria es sexualizadas e at com conte do expl cito de crian as, incluindo pessoas que j tinham sido reconhecidas por autoridades em casos anteriores. A investiga o usou um software automatizado para encontrar os posts com base em termos relacionados pr tica. Mais de 75 imagens do tipo foram encontradas na rede social no primeiro semestre e as respectivas publica es foram denunciadas para as autoridades locais — o conte do foi removido ap s a den ncia, mas a mat ria relata que algumas das imagens acumularam centenas de visualiza es na rede. O caso mais um desdobramento perigoso da cria o de deepfakes com o Grok. No come o do ano, uma onda de posts no X usou a ferramenta de IA para criar imagens sensuais de outras pessoas sem consentimento — den ncias como a apontada pelo New York Times indicam que o cen rio tamb m envolveu menores de idade. O X aplicou restri es para criar novos deepfakes e enfrentou processos judiciais em diferentes regi es por conta da exposi o s v timas. A empresa at processou um estado dos EUA devido a puni es consideradas excessivas pela publica o das imagens. O que diz o X Em nota reportagem original, a empresa afirmou que tem zero toler ncia a material de abuso sexual infantil, incluindo conte do gerado por IA. A empresa usa filtros automatizados para bloquear os conte dos, mas os resultados da investiga o indicam que ainda existem brechas e reas que precisam de maior refor o de seguran a. A rede social afirmou que denunciou mais de 780 mil contas para as autoridades no ltimo m s e j informou mais de 1,3 milh o de imagens para o Centro Nacional para Crian as Desaparecidas e Exploradas dos EUA, o que resultou em mais de 500 pris es. Por padr o, empresas de tecnologia precisam remover conte do abusivo e relatar o caso para o centro nos Estados Unidos. Entenda alguns sinais para identificar um deepfake. {{WHATSAPP_CHANNEL}}