A adoção de IA chegou a metade empresas brasileiras, mas apenas 15% usam a tecnologia em um estágio avançado. É o que mostra a pesquisa “Desbloqueando o Potencial da IA no Brasil 2026”, revelada durante o AWS Summit São Paulo 2026 nesta quinta-feira (3). A parcela de companhias em nível avançado reúne usos como sistemas personalizados, combinação de múltiplos modelos e IA agêntica ou autônoma. Na comparação com o ano anterior, o índice subiu de 12% para 15%, enquanto a adoção geral cresceu de 40% para 50%. Do outro lado, 58% das empresas que usam inteligência artificial se encontram no estágio básico, com foco em ganhos incrementais de eficiência. Enquanto isso, menos de 30% estão no nível intermediário, com a tecnologia integrada a produtos e serviços. Para o diretor-geral da AWS no Brasil, Cleber Morais, o estudo mostra que o Brasil está em um momento decisivo da tecnologia, com a transição do foco da adoção de “quem está usando” para “como alcançar seu potencial máximo”. “O desafio dos líderes hoje não é o acesso à tecnologia, mas a preparação para a nova onda da IA, como a IA agêntica e física”, diz. Dificuldade para medir retorno Ainda segundo o levantamento, quase sete em cada dez organizações aumentaram os investimentos em IA no último ano, sendo que 66% afirmaram que o retorno superou o aporte inicial. No entanto, apenas cerca de 30% se consideram confiantes para medir com precisão o retorno sobre o investimento (ROI) de projetos de IA. Em paralelo, apenas 28% têm uma estrutura bem definida e aplicada de forma consistente para essa mensuração. Em uma conversa com os jornalistas, o executivo classificou a medição de retorno como um dos principais gargalos da adoção. “Esse número é pequeno onde nós precisamos, mais do que nunca, ter o retorno sobre esse investimento”, pontuou Morais. “E esse investimento não é pequeno.” A falta de habilidades em IA e áreas digitais também é uma barreira para 48% das empresas pesquisadas. Além disso, apenas 21% se sentem muito ou totalmente prontas para adotar tecnologias de próxima geração, como a IA agêntica. {{WHATSAPP_CHANNEL}}
A ado o de IA chegou a metade empresas brasileiras, mas apenas 15% usam a tecnologia em um est gio avan ado. o que mostra a pesquisa “Desbloqueando o Potencial da IA no Brasil 2026”, revelada durante o AWS Summit S o Paulo 2026 nesta quinta-feira (3). A parcela de companhias em n vel avan ado re ne usos como sistemas personalizados, combina o de m ltiplos modelos e IA ag ntica ou aut noma. Na compara o com o ano anterior, o ndice subiu de 12% para 15%, enquanto a ado o geral cresceu de 40% para 50%. Do outro lado, 58% das empresas que usam intelig ncia artificial se encontram no est gio b sico, com foco em ganhos incrementais de efici ncia. Enquanto isso, menos de 30% est o no n vel intermedi rio, com a tecnologia integrada a produtos e servi os. Para o diretor-geral da AWS no Brasil, Cleber Morais, o estudo mostra que o Brasil est em um momento decisivo da tecnologia, com a transi o do foco da ado o de “quem est usando” para “como alcan ar seu potencial m ximo”. “O desafio dos l deres hoje n o o acesso tecnologia, mas a prepara o para a nova onda da IA, como a IA ag ntica e f sica”, diz. Dificuldade para medir retorno Ainda segundo o levantamento, quase sete em cada dez organiza es aumentaram os investimentos em IA no ltimo ano, sendo que 66% afirmaram que o retorno superou o aporte inicial. No entanto, apenas cerca de 30% se consideram confiantes para medir com precis o o retorno sobre o investimento (ROI) de projetos de IA. Em paralelo, apenas 28% t m uma estrutura bem definida e aplicada de forma consistente para essa mensura o. Em uma conversa com os jornalistas, o executivo classificou a medi o de retorno como um dos principais gargalos da ado o. “Esse n mero pequeno onde n s precisamos, mais do que nunca, ter o retorno sobre esse investimento”, pontuou Morais. “E esse investimento n o pequeno.” A falta de habilidades em IA e reas digitais tamb m uma barreira para 48% das empresas pesquisadas. Al m disso, apenas 21% se sentem muito ou totalmente prontas para adotar tecnologias de pr xima gera o, como a IA ag ntica. {{WHATSAPP_CHANNEL}}