Quem pratica a velha estratégia de reduzir a velocidade quando se aproxima de um radar e volta a acelerar assim que passa o equipamento vai precisar redobrar a atenção. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou o início de projetos-piloto de testes, que fiscalizam a velocidade média dos motoristas na Ponte Anita Garibaldi (SC) e na Ponte Rio-Niterói (RJ). Por ora, a fiscalização ocorre em caráter experimental pelo prazo inicial de 180 dias, e vai contar com pares de câmeras que calculam o tempo gasto pelo motorista para percorrer um trecho da rodovia. Se o carro chegar ao segundo ponto antes de um tempo mínimo necessário para rodar ali dentro do limite, o sistema entende que o motorista estava acima da velocidade permitida. Como os equipamentos vão ser usados em caráter educativo e técnico, não vão aplicar multas somente com base no excesso de velocidade: o Código de Trânsito Brasileiro determina, sim, penalidades para o excesso de velocidade, mas só se a ocorrência for medida por instrumentos específicos. Portanto, a fiscalização por velocidade média não tem regulamentação específica para a aplicação de multas. Como funciona o monitoramento Diferente das câmeras com inteligência artificial que analisam o interior da cabine, o sistema registra a placa e o horário do veículo em dois pontos da via. Na Ponte Anita Garibaldi, o trecho monitorado de 3 km na BR-101 exige um tempo mínimo de 1 minuto e 38 segundos para respeitar o limite de 110 km/h. Já no acesso à Ponte Rio-Niterói, a medição abrange 9 km. Como a fiscalização por velocidade média ainda não pode gerar autuações no Brasil, as concessionárias ViaCosteira e Ecoponte vão repassar os relatórios de medição à ANTT para subsidiar uma futura regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Vale lembrar também que estes equipamentos são diferentes dos radares com inteligência artificial: estes analisam imagens e buscam padrões associados a infrações, como a falta do cinto de segurança. Os dispositivos para controle de velocidade, por outro lado, não precisam “enxergar” o que ocorre no interior do carro. {{WHATSAPP_CHANNEL}}

Quem pratica a velha estrat gia de reduzir a velocidade quando se aproxima de um radar e volta a acelerar assim que passa o equipamento vai precisar redobrar a aten o. A Ag ncia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou o in cio de projetos-piloto de testes, que fiscalizam a velocidade m dia dos motoristas na Ponte Anita Garibaldi (SC) e na Ponte Rio-Niter i (RJ). Por ora, a fiscaliza o ocorre em car ter experimental pelo prazo inicial de 180 dias, e vai contar com pares de c meras que calculam o tempo gasto pelo motorista para percorrer um trecho da rodovia. Se o carro chegar ao segundo ponto antes de um tempo m nimo necess rio para rodar ali dentro do limite, o sistema entende que o motorista estava acima da velocidade permitida. Como os equipamentos v o ser usados em car ter educativo e t cnico, n o v o aplicar multas somente com base no excesso de velocidade: o C digo de Tr nsito Brasileiro determina, sim, penalidades para o excesso de velocidade, mas s se a ocorr ncia for medida por instrumentos espec ficos. Portanto, a fiscaliza o por velocidade m dia n o tem regulamenta o espec fica para a aplica o de multas. Como funciona o monitoramento Diferente das c meras com intelig ncia artificial que analisam o interior da cabine, o sistema registra a placa e o hor rio do ve culo em dois pontos da via. Na Ponte Anita Garibaldi, o trecho monitorado de 3 km na BR-101 exige um tempo m nimo de 1 minuto e 38 segundos para respeitar o limite de 110 km/h. J no acesso Ponte Rio-Niter i, a medi o abrange 9 km. Como a fiscaliza o por velocidade m dia ainda n o pode gerar autua es no Brasil, as concession rias ViaCosteira e Ecoponte v o repassar os relat rios de medi o ANTT para subsidiar uma futura regulamenta o do Conselho Nacional de Tr nsito (Contran). Vale lembrar tamb m que estes equipamentos s o diferentes dos radares com intelig ncia artificial: estes analisam imagens e buscam padr es associados a infra es, como a falta do cinto de seguran a. Os dispositivos para controle de velocidade, por outro lado, n o precisam “enxergar” o que ocorre no interior do carro. {{WHATSAPP_CHANNEL}}