A Associação Brasileira de Inteligência (Abin) publicou a regulamentação para uso do Msg Gov, aplicativo estatal de mensagens para servidores públicos federais e integrado ao Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). O objetivo é ter uma alternativa própria para não depender de soluções comerciais em conversas sensíveis sobre inteligência. A portaria GAB/DG/ABIN/CC/PR Nº 4.628 foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (08) com o conjunto de regras para usar o app. A ferramenta deve ser instalada em celulares corporativos e só pode ser usada em aparelhos pessoais mediante autorização, enquanto o uso em viagens internacionais também precisa ser comunicado às lideranças. O aplicativo já existe em versão Beta na Play Store e na App Store, mas não é possível registrar sem autorização prévia. A seguir, o Canaltech explica mais detalhes da ferramenta: Quais são os recursos do Msg Gov? O aplicativo reúne funções básicas de mensageiros, como troca de mensagens de texto, envio de mídias (imagens e vídeos), chamadas entre áudio e vídeo, organização em grupos e compartilhamento de localização. O objetivo é garantir um espaço seguro para compartilhar informações sensíveis entre agentes de inteligência do Brasil. De acordo com o portal UOL, o app tem duas camadas de criptografia, uma delas estatal, feita por um braço da Abin. Por que existe uma alternativa estatal ao WhatsApp? A ideia por trás de um app como o Msg Gov é ter uma alternativa às soluções comerciais para lidar com dados sensíveis e aumentar a soberania nacional. As informações confidenciais precisam de camadas adicionais de proteção e não necessariamente exigem todos os recursos que um mensageiro convencional oferece. Além disso, ter uma solução própria ajuda a escapar de eventuais bloqueios ou restrições aplicados aos apps comerciais. Confira mensageiros populares com propostas diferentes do WhatsApp. {{WHATSAPP_CHANNEL}}
A Associa o Brasileira de Intelig ncia (Abin) publicou a regulamenta o para uso do Msg Gov, aplicativo estatal de mensagens para servidores p blicos federais e integrado ao Sistema Brasileiro de Intelig ncia (Sisbin). O objetivo ter uma alternativa pr pria para n o depender de solu es comerciais em conversas sens veis sobre intelig ncia. A portaria GAB/DG/ABIN/CC/PR N 4.628 foi publicada no Di rio Oficial da Uni o na ltima ter a-feira (08) com o conjunto de regras para usar o app. A ferramenta deve ser instalada em celulares corporativos e s pode ser usada em aparelhos pessoais mediante autoriza o, enquanto o uso em viagens internacionais tamb m precisa ser comunicado s lideran as. O aplicativo j existe em vers o Beta na Play Store e na App Store, mas n o poss vel registrar sem autoriza o pr via. A seguir, o Canaltech explica mais detalhes da ferramenta: Quais s o os recursos do Msg Gov? O aplicativo re ne fun es b sicas de mensageiros, como troca de mensagens de texto, envio de m dias (imagens e v deos), chamadas entre udio e v deo, organiza o em grupos e compartilhamento de localiza o. O objetivo garantir um espa o seguro para compartilhar informa es sens veis entre agentes de intelig ncia do Brasil. De acordo com o portal UOL, o app tem duas camadas de criptografia, uma delas estatal, feita por um bra o da Abin. Por que existe uma alternativa estatal ao WhatsApp? A ideia por tr s de um app como o Msg Gov ter uma alternativa s solu es comerciais para lidar com dados sens veis e aumentar a soberania nacional. As informa es confidenciais precisam de camadas adicionais de prote o e n o necessariamente exigem todos os recursos que um mensageiro convencional oferece. Al m disso, ter uma solu o pr pria ajuda a escapar de eventuais bloqueios ou restri es aplicados aos apps comerciais. Confira mensageiros populares com propostas diferentes do WhatsApp. {{WHATSAPP_CHANNEL}}