A Agência Nacional de Telecomunicações prorrogou até 22 de abril de 2029 a autorização temporária da Vivo para operar conexão direta entre celulares e satélites, sem antenas externas. A Starlink, da SpaceX, é a parceira indicada pela operadora para o projeto, que poderá atender usuários em locais sem cobertura convencional. 📱 Veja as melhores promoções de celulares no WhatsApp do CT Ofertas A decisão consta no Ato nº 11.334, publicado no Diário Oficial da União. Antes da mudança, a autorização da Telefônica Brasil, dona da Vivo, valeria somente até 22 de outubro deste ano. O novo prazo acompanha a extensão do sandbox regulatório criado pela Anatel para testar a tecnologia Direct-to-Device, ou D2D. A permissão poderá acabar antes de 2029 caso a agência publique regras definitivas para esse tipo de serviço. Starlink conecta direto ao celular, sem antena O principal diferencial do D2D é dispensar uma antena da Starlink ou outro equipamento dedicado. Celulares comuns compatíveis podem se comunicar diretamente com satélites de baixa órbita quando não há uma rede móvel terrestre disponível. A ideia não é substituir o 4G ou 5G oferecido por antenas convencionais. A conexão via satélite funciona como uma extensão da cobertura móvel, principalmente em regiões rurais, áreas remotas ou locais onde a instalação de infraestrutura terrestre é difícil. Neste estágio, a tecnologia tem como foco serviços que exigem pouco tráfego, como mensagens, comunicações de emergência e conexões básicas de dados. A autorização vale para todo o território brasileiro. Os testes usam as frequências de 2.567,5 MHz e 2.687,5 MHz, com faixa de 5 MHz, que fazem parte do espectro da própria Vivo e já são utilizadas em redes móveis terrestres. Vivo pode trocar a Starlink por outra empresa Apesar de a Starlink ser a parceira escolhida pela Vivo neste momento, a autorização da Anatel não obriga a operadora a manter a empresa de Elon Musk durante todo o período. A Vivo poderá adicionar ou trocar o provedor de satélite até 2029. Para isso, deverá comunicar a alteração formalmente à agência e respeitar as condições estabelecidas para o projeto experimental. Esse cenário deixa espaço para outras empresas do setor participarem dos testes no futuro. TIM e Claro também acompanham o avanço do D2D no Brasil e mantêm conversas com empresas de comunicação via satélite. Serviço poderá ser vendido aos clientes A autorização não se limita a testes internos. Como o projeto faz parte de um sandbox regulatório, a Vivo poderá oferecer comercialmente os serviços baseados em D2D durante o período experimental, desde que cumpra as condições impostas pela Anatel. A operação também ocorre em caráter secundário. Isso significa que o serviço não terá proteção contra interferências provocadas por sistemas considerados prioritários e deverá interromper transmissões caso cause problemas em outras redes. A licença estabelece ainda potência máxima de transmissão de 100 W. A experiência até 2029 deve ajudar a Anatel a avaliar o funcionamento da conexão direta entre celulares e satélites antes de definir uma regulamentação permanente para o serviço no país. Nesta semana, a Starlink começou a divulgar uma promoção que vende a antena por apenas R$ 99 no Brasil, valor bem abaixo do cobrado oficialmente pelo equipamento. {{WHATSAPP_CHANNEL}}

A Ag ncia Nacional de Telecomunica es prorrogou at 22 de abril de 2029 a autoriza o tempor ria da Vivo para operar conex o direta entre celulares e sat lites, sem antenas externas. A Starlink, da SpaceX, a parceira indicada pela operadora para o projeto, que poder atender usu rios em locais sem cobertura convencional. 📱 Veja as melhores promo es de celulares no WhatsApp do CT Ofertas A decis o consta no Ato n 11.334, publicado no Di rio Oficial da Uni o. Antes da mudan a, a autoriza o da Telef nica Brasil, dona da Vivo, valeria somente at 22 de outubro deste ano. O novo prazo acompanha a extens o do sandbox regulat rio criado pela Anatel para testar a tecnologia Direct-to-Device, ou D2D. A permiss o poder acabar antes de 2029 caso a ag ncia publique regras definitivas para esse tipo de servi o. Starlink conecta direto ao celular, sem antena O principal diferencial do D2D dispensar uma antena da Starlink ou outro equipamento dedicado. Celulares comuns compat veis podem se comunicar diretamente com sat lites de baixa rbita quando n o h uma rede m vel terrestre dispon vel. A ideia n o substituir o 4G ou 5G oferecido por antenas convencionais. A conex o via sat lite funciona como uma extens o da cobertura m vel, principalmente em regi es rurais, reas remotas ou locais onde a instala o de infraestrutura terrestre dif cil. Neste est gio, a tecnologia tem como foco servi os que exigem pouco tr fego, como mensagens, comunica es de emerg ncia e conex es b sicas de dados. A autoriza o vale para todo o territ rio brasileiro. Os testes usam as frequ ncias de 2.567,5 MHz e 2.687,5 MHz, com faixa de 5 MHz, que fazem parte do espectro da pr pria Vivo e j s o utilizadas em redes m veis terrestres. Vivo pode trocar a Starlink por outra empresa Apesar de a Starlink ser a parceira escolhida pela Vivo neste momento, a autoriza o da Anatel n o obriga a operadora a manter a empresa de Elon Musk durante todo o per odo. A Vivo poder adicionar ou trocar o provedor de sat lite at 2029. Para isso, dever comunicar a altera o formalmente ag ncia e respeitar as condi es estabelecidas para o projeto experimental. Esse cen rio deixa espa o para outras empresas do setor participarem dos testes no futuro. TIM e Claro tamb m acompanham o avan o do D2D no Brasil e mant m conversas com empresas de comunica o via sat lite. Servi o poder ser vendido aos clientes A autoriza o n o se limita a testes internos. Como o projeto faz parte de um sandbox regulat rio, a Vivo poder oferecer comercialmente os servi os baseados em D2D durante o per odo experimental, desde que cumpra as condi es impostas pela Anatel. A opera o tamb m ocorre em car ter secund rio. Isso significa que o servi o n o ter prote o contra interfer ncias provocadas por sistemas considerados priorit rios e dever interromper transmiss es caso cause problemas em outras redes. A licen a estabelece ainda pot ncia m xima de transmiss o de 100 W. A experi ncia at 2029 deve ajudar a Anatel a avaliar o funcionamento da conex o direta entre celulares e sat lites antes de definir uma regulamenta o permanente para o servi o no pa s. Nesta semana, a Starlink come ou a divulgar uma promo o que vende a antena por apenas R$ 99 no Brasil, valor bem abaixo do cobrado oficialmente pelo equipamento. {{WHATSAPP_CHANNEL}}